Entre sombras e engôdos, sorrateiramente camuflado.
Ardil, ágil, entre curvas e vias, segue.
Com a certeza de ir, nem ele sabe onde.
Razão plena do seu existir, o ir.
Contra senso da razão, paradoxo do ser.
Nenhum outro pode acompanhar, sequer sonhar.
Num devaneio fluir, Pensamento, senhor da arte de fugir.

inquietude... não é fuga, é busca meu amigo
ResponderExcluirme identifiquei aqui! rsrsrs..lindo poema!
ResponderExcluirTrilhos.
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